Muito obrigado!

Na passada quarta-feira, o Diretor reuniu com os alunos da turma do 8.ºB para agradecer o trabalho realizado na pintura do hall do pavilhão D da Escola Básica do Olival.

Decorrente da conquista do orçamento participativo, os alunos, no final do ano letivo anterior, puseram mãos à obra e melhoraram o edificado da Escola… excelente iniciativa, pois o trabalho realizado traduz-se num benefício positivo para todos os alunos que, todos os dias, acedem ao pavilhão D para terem as suas aulas – “Bom dia Alegria” é uma das frases colocadas na entrada do pavilhão.

O agradecimento foi também estendido à Diretora de Turma, Prof.ª Ana Almeida, e também à Patrícia Galeão, do Projeto Teach for Portugal.

Manuais Digitais: sessão de esclarecimento aos Encarregados de Educação

No âmbito do Projeto-Piloto dos Manuais Digitais, após a realização de sessões de formação técnica a docentes, também os pais/encarregados de educação das turmas inseridas neste Projeto-Piloto, participaram numa sessão de esclarecimento de modo a poderem acompanhar os seus educandos no seu percurso escolar, agora caraterizado pela introdução dos manuais digitais.

Esta semana foi a vez da sessão sobre a utilização da plataforma Aula Digital e, proximamente, será sobre a Escola Virtual.

The Legendary

O mini veleiro “The Legendary” ainda não foi para o mar e, neste momento, encontra-se “atracado” na biblioteca da Escola Básica do Olival, depois de ter sido reparado e pintado através da parceria com a  “Elio Kayaks”. 

Enquanto isto, os alunos do 6.º ano, na disciplina de Educação Visual, elaboraram propostas de decoração do barquinho, com apontamentos alusivos ao património local e nacional, à cultura portuguesa e tradições. No próximo ano, a decoração do “The Legendary” ficará concluída com todos estes motivos.

Parabéns a todos!

À Descoberta da Robótica

O pensamento computacional é uma estratégia para modelar soluções e resolver problemas de forma eficiente, tendo a tecnologia como base. Durante a realização de tarefas quotidianas costumamos, mesmo que inconscientemente, utilizar estruturas lógicas. Ensinar e entender essa lógica/estrutura desde cedo é fundamental para que as crianças aprendam a utilizar em seu benefício esses princípios, facilitando a rotina e o processo de tomada de decisões. Além disso, traz o que chamamos de literacia tecnológica, levando as crianças a deixar de ser consumidores passivos da tecnologia e passarem a entender a aplicação da mesma nas suas atividades mais simples, estimulando sua inteligência criativa.

No ano letivo de 2020/2021, o nosso Agrupamento de Escolas Diogo de Macedo, apostou na estimulação do pensamento computacional dentro da sala de aula. Deu a conhecer aos alunos do 8.º ano, através da disciplina de “Programação e Robótica”, um primeiro contacto com componentes eletrónicos associados à programação/pensamento computacional. Durante todo o ano os alunos foram desafiados a dar asas à sua imaginação e a construir artefactos/robôs que envolvessem pensamento computacional e componentes eletrónicos, essencialmente elementos, tais como: placa “micro:bit”, componentes eletrónicos e materiais reutilizáveis. Os alunos não falharam criando artefactos que vão desde cartões que dão luz, jogos de correspondência, bússolas, termómetros, micropet´s e até “Monster´s milk”. Estes trabalhos estão expostos na biblioteca da escola secundária para toda a comunidade educativa ver as possibilidades do que se pode construir/aprender através da programação/eletrónica e como é divertido.

O Desenvolvimento Sustentável

As alunas do 11.º D do CPTAI ,no Projeto de Cidadania, desenvolveram o tema «O Desenvolvimento Sustentável». Nas aulas de Área de Integração e de TPIE refletiram sobre o impacto que as ações locais têm no mundo global.

A partir de suas casas produziram este vídeo em que dão a conhecer os 17 objetivos do desenvolvimento sustentável.

Não esqueça que a preservação do nosso Planeta é uma missão de todos.

Profª Antonieta Carvalho

Projeto CHECK IN

O Projeto CHECK IN presenteou hoje a Direção e os alunos que se encontram em Regime Presencial Obrigatório com esta bonita surpresa.

Muito agradecidos à Dra. Joana Vieira, à equipa do projeto e aos seus alunos, responsáveis pela confeção destes deliciosos queques!

CULTURA EM TEMPO DE PANDEMIA

Nunca a Cultura foi tão “fechada e até ocultada, para não dizer esquecida” nos dias de hoje. Observamos e acompanhamos, músicos, pintores, atores a reclamarem a sua posição, agora esquecida e até congelada, no grande palco da sociedade.

Por vezes, inconscientemente, consideramos que a nossa Cultura não é um bem essencial, será? Olhando para o contexto atual em que nos inserimos, condicionado pela Pandemia, por vezes deixamos de perceber o que poderemos ou não fazer. Ficamos moldados e condicionados por números, por casos positivos que se traduzem em zona de risco. Se o risco aumenta, ficamos fisicamente condicionados, outrora livres e sem regras rígidas e apertadas como as de hoje.

O isolamento físico, poderá transformarmo-nos em seres apáticos, desconfortáveis e até desconfiados, o toque, a partilha física, o cumprimento, nunca se pensou que estes pequenos gestos poderiam causar tantas ambiguidades, na forma de como os poderíamos reinventar.

A Cultura também precisa de se reinventar, precisa de nós enquanto atores, de mostrarmos por palavras desenhadas o que nos vai na alma e até o que sentimos perante os condicionalismos que nos afetam.

Foi assim, neste contexto que se propôs na disciplina de Arte em Ação, a exploração do tema descrito, “Cultura em tempo de Pandemia”, sob a forma de uma composição desenhada e até construída, que reflita os temas da atualidade e que desenvolva a capacidade de expressão artística dos nossos alunos. Como podem observar nos registos expostos, as capacidades são muitas, revelando assim, a melhor forma de os compreendermos.  Como se costuma dizer e passo a expressão “uma imagem vale mais que mil palavras”.

Carlos Martins

A REPRESENTAÇÃO DO ROSTO HUMANO

O nosso rosto é, certamente, a parte do corpo que melhor conhecemos. É por ele e para ele que olhamos, observamos e identificamo-nos uns aos outros. Exprimimos emoções, sentimentos de alegria ou tristeza, de ânimo ou receio. O nosso rosto, consegue exprimir uma “infinidade” de expressões.

Ao longo dos séculos, a história foi construída de rostos, através do autorretrato e foi assim que os conhecemos, Van Gogh, Picasso, Frida Kahlo, Andy Warhol e até mesmo, Salvador Dali.

Sempre foi uma história, uma vontade que foi evoluindo para outros meios, como seja na fotografia e no cinema. No entanto, permanece, esta necessidade de autoconhecimento, pelas nossas mãos, pelo registo no papel, pelo detalhe do nosso rosto em tons de cinzento.

Foi assim, que se propôs um desafio semelhante na disciplina de Arte em Ação, representar o rosto de cada um dos alunos, pela análise morfológica, a proporção, o volume e de todos os elementos que compõem o rosto. A técnica a utilizar, envolveu o grafite sobre a folha de papel cavalinho, nada mais, nada menos, apenas um lápis, uma folha de papel e muita vontade para se autoconhecerem e de participarem numa “longa viagem de autoconhecimento”.

O resultado foi este, uma amostra de registos que foram desenhados ao longo do 1ºperiodo na disciplina de Arte em Ação. Neste contexto atual, é uma boa forma de nos conhecermos sem “adereços”, ou seja, sem máscara.

Carlos Martins